Tudo.
Nada.
Tudo parado.
Sem movimento.
Silêncio.
Vazio.
Nada.
Nada.
Nada.
Nada.
O jogo corria na televisão acompanhado pelo som da goteira indesejada e do ventilador que tentava expulsar o terrível cheiro intoxicante da tinta que secava na porta recém pintada. A sala se encontrava em um completo caos, com móveis fora de lugar e poeira para todo lado. E no meio dessa confusão ela se encontrava, sentada no sofá bagunçado, lutando contra o sono, com esperanças de que o telefone tocasse nesse dia que como os anteriores viria a ser carregado por tédio e monotonia.
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